Oh filhos, vamos lá ver, sosseguem lá os cavalinhos sim? Mas o que vem a ser isto de já haver decorações de Natal aí aos pontapés há para aí duas semanas?! Ainda anteontem era Verão! Ainda só ontem é que senti que já estava frio para usar um sobretudo (e fiquei muito triste por sinal)! Mas está tudo tãntãn ou quê?! Já não bastava em Agosto, na altura dos meus anos, uma pessoa querer ir comprar um vestidito giro e leve e só haverem camisolas de lã (e depois em Janeiro só há t-shirts, nunca percebi este fenómeno), qualquer dia também já se começa a fazer a árvore por essa altura não?! Sosseguem coisinhos, sosseguem, o Natal não foge...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Com coisas destas, como é que alguém consegue ver a TVI ao domingo à noite?
O Factor X pode não ser perfeito, aliás, nenhum programa o é. Mas é sem dúvida o melhor programa deste género que já foi feito em Portugal. E é sem dúvida um dos melhores programas de entretenimento que os canais generalistas portugueses já emitiram. Finalmente um programa que se preocupa mais em mostrar o que de bom se faz na música, do que os cromos, e que faz criticas construtivas ao invés de insultar e fazer cara de frete. E há gente com muita qualidade a passar por lá, felizmente.
Com coisas destas, eu juro pela minha saúdinha que não consigo perceber como é que há gente que prefere passar o serão de domingo a ver aquela merda que dá na TVI, but again, eu sou muito estranha...
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Eu já fui um babuíno
E felizmente já não sou, porque isto de ter sido um babuíno durante uma semana foi coisa para doer como o caraças!
Estas coisas só me acontecem a mim. Então não é que me nasceu uma borbulha gigantesca e nojenta ali naquele sítio, onde as costas terminam e o traseiro começa. Muito sexy, eu sei. Durante dias e dias, sentar-me e deitar-me foram exercícios de tortura, acompanhados da mítica banda sonora dos "ais", a sério, um horror, nunca pensei dizer isto, mas acho que tirando as fdp's das minhas enxaquecas, isto foi das coisas mais dolorosas que já tive o gostinho de experimentar. E sabem aquela teoria que diz que quando estamos magoados num sitio, é que percebemos o quanto realmente o usamos? Nunca pensei que usasse tanto o meu rabo. Juro, pensava que era uma coisa inútil que estava ali só para enfeitar, mas não, nestes dias descobri que o nosso rabo nos apara imenso os encontrões contra parapeitos das janelas, por exemplo, e que no caso do outro dia, por eu parecer um babuíno, vi literalmente estrelas e quase que uivei à lua. A sério, dêem mais valor aos vossos rabos, eles merecem.
Ontem, para minha grande felicidade começou a passar e consegui dormir em cima do rabo. E caros leitores, vocês podem nunca ter pensado nisso, mas acreditem que poder dormir uma noite inteira em cima do rabo é uma coisa do outro Mundo, uma bênção mesmo. De facto não damos valor às pequenas coisas da vida, e digo-vos, não há nada como dormir bem e não acordar aos saltos cada vez que nos viramos na cama.
Hoje de vez em quando ainda me assusto quando me sento, mas já só dói um bocadinho de nada. Mas agora o que mais me preocupa a sério, é que na cabeça do meu namorado fique para sempre a imagem do meu rabo, e a memória de que eu já fui um babuíno.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Corrida de obstáculos para chegar à faculdade
Começaram oficialmente as olimpíadas da caridade e da fé, e desta vez resolveram direccionar-se para os estudantes universitários, que parecem andar necessitados de ambas as coisas. Ontem enquanto ia para a faculdade, fui abordada em Entrecampos por não um, não dois, mas sim três senhores daqueles a entregar panfletos do professor Karamba e companhia, mas consegui escapulir-me a todos. Ao chegar à saída do Metro da Cidade Universitária consegui, não sei como fintar, os jovens extremamente entusiastas de uma qualquer instituição de caridade, que não deixam absolutamente ninguém com quem consigam estabelecer o mínimo contacto, sair dali sem contribuir nem que seja com 1cent. Já ao passar na Alameda em frente à reitoria, dois jovens da igreja de Deus conseguem finalmente apanhar-me e vieram atrás de mim a perguntar se eu não acreditava em Deus. "Oh que pena!" diziam eles, enquanto eu repetia que estava atrasadíssima, e que fossem chatear outro que por aqui era escusado.
E ainda nem é Natal, mas aposto que mais umas semaninhas e montam lá na faculdade uma banca no sítio mais central possível, onde toda a gente passa quinhentas vezes por dia, para sermos literalmente perseguidos cada vez que não pudermos evitar passar por lá.
E assim é muito mais emocionante chegar à faculdade todos os dias!
Crónicas de uma (ex) roedora de unhas
Há quase 20 anos que roo as unhas. Herdei este hábito da minha excelsa mãe, também ela roedora inveterada, e tenho sido feliz a roer as minhas unhas até há cerca de duas semanas. Claro que tinha um bocado de inveja das outras pessoas do sexo feminino, por elas terem umas mãos lindas e delicadas e eu não, mas são ossos do oficio e apesar de já ter tentado deixar de roer algumas vezes, a coisa não corria muito bem e acabava por desistir.
Toda a gente me diz que roer as unhas é feio e faz mal à saúde. O meu homem passa a vida a agredir-me as mãos cada vez que as meto na boca, e como daqui a poucas semanas a irmã dele vai dar o nó, achei que um casório era um bom incentivo para me reabilitar. Assim sendo, há cerca de duas semanas deixei de roer as unhas. Para que a coisa não corresse tão mal como das outras vezes, tratei logo de comprar um endurecedor de unhas e aplicar aquilo como se não houvesse amanhã, e de as ter sempre pintadas para me pesar mais na consciência se as estragar, que eu não sou moça com grande jeito para a manicure e demoro uma eternidade a pintar as unhas, sendo que mais parece que usei a trincha de pintar a parede.
Mas pronto, até aí tudo bem, elas estão mais fortes e vão no bom caminho. Até já consegui pô-las mais ou menos quadradas, e agora é deixar crescer mais até uns dias antes do casamento e ir a uma pessoa que perceba mesmo disto para me arranjar as unhas decentemente. O que ninguém me avisou foi que deixar crescer as unhas é extremamente perigoso. Passo a vida a arranhar-me! Esqueço-me de contar com o comprimento das unhas e pimba, mais um naco de carne que já era. Para além disso fico com as unhas presas em imensas coisas, tipo nas roupas de lã e assim, e é uma tarefa quase impossível mantê-las inteiras.
Dou a mão à palmatória, nunca pensei que ter unhas normais fosse tão difícil.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
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Leio muitas vezes o que eu própria escrevo neste blog. Auto-avalio-me muitas vezes. Há dias em que acho fantásticos certos textos que escrevi, fico parva comigo, como é que consegui escrever aquelas coisas. Há dias como hoje, em que acho tudo isto estúpido. Leio as minhas coisas e penso como é que pode haver alguém que ache isto interessante.
A todos os que vêm aqui de vez em quando, ver se há novidades, eu peço desculpa por andar a escrever com tão pouca regularidade. Acreditem, a minha cabeça não pára um segundo, e há tanta coisa que gostava de aqui escrever, de expressar por palavras e de transmitir ao Mundo. Mas o Mundo é um lugar tão complexo, que a maior parte das vezes faltam-me as palavras, só consigo sentir, e demoro a processar tudo para conseguir passar para o "papel". Estou em fase de processamento, tenham paciência.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
O Mundo descobriu as galinhas
E pensam vocês: "o quê, esta moça está parva, então só agora é que ela descobriu o que era uma galinha? Desde sempre que comemos ovos, frango assado, canja e arroz de cabidela e esta agora diz que agora é que o Mundo descobriu as galinhas?"
Sim meus caros, o conceito de galinha foi completamente reinventado, coisa que está muito na moda, reinventar conceitos. E desta feita nem as galinhas escaparam. O Mundo descobriu que as galinhas, mais propriamente as suas cabeças, são o suprassumo da estabilidade.
Preparem-se, vem aí a world chicken domination! Começou pela Mercedes, e a LG também já entrou no barco. Vejam os vídeos.
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